Top 5 Dicas Essenciais para Recuperar Sua Pastagem

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Top 5 Dicas Essenciais para Recuperar Sua Pastagem

O pasto na pecuária é a forma mais comum de ração para gado na produção de gado de corte.

Então é tão importante que o produtor dá atenção aos cuidados com o solo e com a manutenção do pasto para garantir o lucro na atividade.

A formação e renovação do pasto requerem planejamento do produtor.

Isso certamente corre uma vez que o futuro pasto será responsável pelo maior fornecimento de nutrientes aos animais.

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Consequentemente, essencial para o ganho de peso, desenvolvimento ou produção de leite em rebanhos reprodutores.

No geral, a alimentação do gado exclusivamente a pasto exige certos cuidados pois em períodos de estiagem – em que as propriedades sofrem queda na quantidade e qualidade da massa – o gado acaba perdendo peso e lucratividade do produtor.

Por isso, separamos cinco pontos de atenção que o pecuarista deve considerar ao criar gado a pasto:

1 – Preparando-se para a estação seca

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Durante a estação seca, há queda no volume e na frequência das chuvas, além de menos insolação, devido aos dias ficarem “mais curtos”.

Esses fenômenos resultam em menor crescimento e queda na qualidade da grama.

Consequentemente, com a menor oferta de alimentos, o gado também terá seu desenvolvimento, ganho de peso e produção de leite prejudicados no pasto na pecuária.

A manutenção da lotação na propriedade durante o período de estiagem é um desafio para o produtor, uma vez que apenas o pasto não será suficiente para garantir a produtividade em relação ao período de chuvas.

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A suplementação com volumoso é uma opção para o período.

No entanto, a estratégia exige planejamento e investimento em mão de obra, equipamentos e a infraestrutura.

Outro técnica para enfrentar o período de seca é o diferimento do pasto também conhecido como feno em pé ou cerca.

Considerado um manejo de baixo custo, consiste em reservar uma área na propriedade, no final da estação chuvosa, na qual o pasto crescerá e descansará sem a presença do gado.

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A forragem ali produzida será responsável pela suplementação dos animais nos períodos de estiagem.

Nesse modelo, o produtor precisa ter cuidado, entre outros fatores, na escolha da espécie forrageira, pois dependendo da característica da planta, ela pode desenvolver muitos colmos, o que resulta em uma pastagem de baixa qualidade.

2 – Renovação de pastagens

A degradação do pasto é natural para o pasto no gado.15

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Com o passar do tempo, o capim perde seu vigor e capacidade produtiva devido ao efeito de pragas, plantas invasoras, doenças entre outros fatores.

Portanto, é importante implementar ações de recuperação e renovação de pastagens para garantir a produtividade e os ganhos desejados pelos produtores rurais.

O custo para renovação das pastagens é proporcional ao nível de degradação em que o solo se encontra.

Portanto, a manutenção do pasto é a forma mais eficiente de manter a produção adequada.

Se você optar por renovar, isso pode ser feito direta ou indiretamente. A recuperação direta é feita sem o uso de outras culturas agrícolas.

Nas indiretas, o produtor utiliza culturas anuais como milho, soja, sorgo, entre outras, para aproveitar a correção do solo e a adubação residual utilizada na agricultura.

3 – A pecuária de pastagem

A capacidade do pasto varia de uma fazenda para outra, dependendo da quantidade de grama produzida.

Para ilustrar o consumo de animais, vamos considerar uma propriedade que produz novilhos com peso médio de 350 kg de peso vivo com a seguinte lotação:

  • alta pressão de pastejo
  • Pressão média de pastejo
  • baixa pressão de pastejo

O erro mais comum na lotação do pasto é o produtor assumir que quanto mais animais no lote, maior a produtividade.

Essa equação nem sempre é verdadeira e pior: se a propriedade não tiver um planejamento adequado da pastagem, pode acarretar grandes prejuízos na atividade.

Veja os exemplos publicados por BeefPointdo agrônomo Marcio Sena Pinto e do produtor rural Valério Carvalho:

Exemplo 1

“Imóvel com baixa capacidade, abrigando 1.000 cernelhas com média de 350 kg, em novembro, e faturando 144 kg PV até abril.

Teremos um ganho de peso vivo no período de novembro a abril de 144.000 kg, 4.800 @ ou 4,8 @/animal/período”.

Exemplo 2

“Propriedade com alta capacidade, agora abrigando 2.000 cernelhas, com média de 350 kg em novembro e ganhando 36 kg em abril, teremos um ganho de peso vivo no período de apenas 72.000 kg, 2.400 @ ou 1,2 @/animal/período ”.

O ganho de peso, ou seja, a receita bruta será:

1ª situação: 144.000 kg = 4.800 @ XR$ 40/@ = R$ 192.000.

2ª situação: 72.000 kg = 2.400 @ XR$ 40/@ = R$ 96.000.

Nesses exemplos, além da menor rentabilidade da propriedade que adotou o sistema de pastejo de alta pressão, os autores também apontam que os custos relacionados ao manejo dos animais também serão proporcionalmente maiores com o manejo com menor número.

4 –  A hora certa de fertilizar

A fertilidade do solo, assim como as condições climáticas, afetam diretamente a produção de forragem.

Para que o gado tenha um desenvolvimento completo do corpo, é necessária uma boa qualidade do volumoso.

A adubação é essencial para que a grama desenvolva todo o seu potencial de crescimento de acordo com as características de cada espécie.

5 – Pastagem na pecuária: pastagem rotacionada

Nela, o pasto é dividido em piquetes e o gado fica por um curto período de tempo em cada um deles.

A grande vantagem do sistema é a uniformidade da forragem oferecida, pois o pecuarista tem controle sobre o volume e a qualidade do pasto.

O mais importante nesse tipo de manejo é que a oferta de pasto seja suficiente para atender a todas as necessidades dos animais, pois assim não haverá competição entre o gado.

O tamanho dos saleiros e bebedouros também deve ser um ponto de atenção para o pecuarista, evitando queda na produtividade com a perda de peso dos animais.

Fonte: Conexão Agro

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