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BrasilAgro tem lucro reduzido por queda de preços e aumento de custos

    Queda de preços da soja e aumento de custos reduzem o lucro da BrasilAgro | Negócios

    O Desafio da BrasilAgro em Meio à Redução dos Preços das Commodities

    Lucro Menor e Ajustes na Produção: Entenda o Cenário da Empresa para a Safra 2023/24

    Por: Equipe de Redação da BrasilAgro

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    Sumário

    1. Resultados financeiros da BrasilAgro

    1.1 Lucro líquido

    1.2 Ebitda e receita líquida

    2. Impacto da redução dos preços das commodities

    2.1 Queda no valor da soja

    2.2 Impacto nos contratos de fornecimento de cana-de-açúcar

    3. Estratégias para enfrentar desafios

    3.1 Plantio de novas culturas

    3.2 Perspectivas de mercado para o feijão e o milho

    4. Expansão e oportunidades de negócio

    4.1 Produção em 2023/24

    4.2 Possibilidade de novas negociações de terras

    A BrasilAgro, que comercializa terras e produz grãos e fibras, teve um lucro líquido de R$ 29,9 milhões no primeiro trimestre do ano safra 2023/24, um resultado 29% menor que o do mesmo período de 2022/23. A queda foi causada principalmente pela redução dos preços das commodities, que afetou os ganhos em cerca de 30%, e pelo aumento de custos, que teve impacto de 20%.

    A saca de soja, por exemplo, que havia sido negociada por R$ 170 no ciclo passado, em média, agora, está em torno de R$ 120. “Além da perda no valor do produto, essa soja que estamos negociando foi plantada com insumos comprados na época do início da guerra da Ucrânia, o que deixou o custo de venda por produto mais alto”, disse à reportagem o CEO da companhia, André Guillaumon.

    A receita da BrasilAgro com cana-de-açúcar também caiu na comparação anual. “Como temos contratos fixos com usinas e fornecimento garantindo, recebemos um prêmio pela cana entregue. Ainda assim, nossos clientes são da produção de etanol, que estão com margens menores que os produtores de açúcar”, afirmou ele.

    O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da BrasilAgro ficou em R$ 23,4 milhões no primeiro trimestre, o que representou uma queda de 78% em comparação com o mesmo período de 2022/23. A receita líquida, por sua vez, caiu 9%, para R$ 272,2 milhões.

    A despeito da queda dos ganhos, Guillaumon avalia que, para um ano “desafiador” como 2023, os resultados podem ser considerados ótimos. O executivo lembra que a empresa pagará neste mês R$ 320 milhões em dividendos.

    Para esta safra, a empresa sinaliza que já plantou 38% da soja dentro de uma “janela ótima”. Além disso, as previsões de momento continuam a indicar que o fenômeno climático El Niño será de intensidade moderada. O ponto de atenção é a região da Bahia.

    Guillaumon conta que a empresa vai reduzir em 7 mil a 8 mil hectares as áreas de cultivo de milho safrinha e substituí-las, em grande parte, por feijão-mungo e caupi.

    “Esperávamos uma demanda maior pelo milho brasileiro, que não veio, e a rentabilidade do milho não está muito boa”, diz o executivo. Por outro lado, relata, a empresa está cultivando e abrindo mercado para o feijão há três safras. “Temos boas perspectivas”, afirmou.

    Segundo Guillaumon, a relação entre milho e soja nunca esteve tão desfavorável para o milho. Historicamente, uma saca de milho custa 2,5 vezes menos que a de soja, mas hoje a relação é de 3,4 vezes.

    O feijão-mungo que a BrasilAgro semeou será destinado ao Nordeste, e o caupi, à Índia. A companhia também continuará a plantar algodão e gergelim. No total, a empresa terá produção em 180 mil hectares na safra 2023/24, ou 11 mil mais que em 2022/23.

    O executivo não descartou a possibilidade de a BrasilAgro fazer novas negociações de terras. Segundo ele, após três safras robustas, os produtores estão com boa liquidez para aquisições. Ao mesmo tempo, a elevação recente de custos de produção pode deixar alguns “apertados”, o que gera oportunidades tanto para venda quanto para compra.

    BrasilAgro tem lucro menor no primeiro trimestre de 2023/24

    A empresa BrasilAgro, que atua na comercialização de terras e produção de grãos e fibras, registrou um lucro líquido de R$ 29,9 milhões no primeiro trimestre do ano safra 2023/24. Esse resultado representa uma queda de 29% em comparação com o mesmo período do ano anterior, o que é atribuído principalmente à redução dos preços das commodities e ao aumento dos custos.

    Redução nos preços das commodities e aumento de custos afetam resultados

    A queda nos preços das commodities impactou negativamente os ganhos da BrasilAgro, atingindo uma redução de cerca de 30%. Além disso, os custos tiveram um aumento de 20%, contribuindo para a diminuição do lucro no período.

    Desafios enfrentados pela BrasilAgro

    Segundo o CEO da empresa, André Guillaumon, a redução nos preços das commodities, como a soja, teve grande influência nos resultados, afetando diretamente a rentabilidade do produto. Além disso, o custo de produção também foi impactado, devido aos insumos comprados durante o início da guerra da Ucrânia, o que elevou o custo de venda dos produtos.

    Impacto na receita e no Ebitda

    A receita da BrasilAgro com cana-de-açúcar também diminuiu, devido aos contratos fixos com usinas e ao fornecimento garantido, que refletiram as margens menores dos clientes que produzem etanol. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da empresa também sofreu uma queda de 78%, totalizando R$ 23,4 milhões no primeiro trimestre de 2023.

    Visão otimista para o futuro

    Apesar da queda nos resultados, Guillaumon avalia que, diante de um ano desafiador como 2023, os resultados podem ser considerados satisfatórios. Ele destaca que a empresa planeja pagar R$ 320 milhões em dividendos neste mês. Além disso, a BrasilAgro já plantou 38% da soja para a próxima safra em condições favoráveis, e as previsões meteorológicas continuam indicando um El Niño de intensidade moderada.

    Novas estratégias e perspectivas da BrasilAgro

    Diante do cenário desfavorável para o milho, a BrasilAgro planeja reduzir as áreas de cultivo desse grão em 7 mil a 8 mil hectares, substituindo-as em grande parte por feijão-mungo e caupi, culturas nas quais a empresa enxerga boas perspectivas. Guillaumon ressalta que a relação entre milho e soja está desfavorável para o milho, o que motivou a mudança na estratégia de cultivo.

    Além disso, a empresa expandirá sua produção para outras culturas, como algodão, gergelim e feijão-mungo, planejando alcançar uma produção total de 180 mil hectares na safra 2023/24, um aumento de 11 mil hectares em comparação com a safra anterior.

    Negociações de terras e oportunidades de mercado

    O executivo não descarta a possibilidade de realizar novas negociações de terras, aproveitando a boa liquidez dos produtores após três safras robustas. Ele observa que a elevação recente dos custos de produção pode criar oportunidades tanto para a venda quanto para a compra de terras, o que a empresa está atenta em explorar.

    Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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    A BrasilAgro, que comercializa terras e produz grãos e fibras, teve um lucro líquido de R$ 29,9 milhões no primeiro trimestre do ano safra 2023/24, um resultado 29% menor que o do mesmo período de 2022/23. A queda foi causada principalmente pela redução dos preços das commodities, que afetou os ganhos em cerca de 30%, e pelo aumento de custos, que teve impacto de 20%.

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